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Um dia chego. Um dia parto. Um dia... deixo-te a falar sozinho. Quando o sangue ferve, os regressos são ultrapassados pelas partidas. Sinto-me constantemente a prepará-las. Parto sem destino, eu sei! Mas... que importa ficar? Numa dessas partidas hei-de ir dar a um areal. Nesse areal me espera um mar. Nele vou ficar. Os seus braços estão vivos para me agarrar. Sem me prenderem, vou ficar! Terei alguém para me salgar o olhar.
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9 comentários:
Quem te prender fica com uma imensa vontade de te dar sem receber.
Pois será o teu azul que pintará o céu.
Beijo nocturno
Um dia chegaste, sem eu dar por isso.
Um dia partiste, sem eu te ter visto.
Foi nesse dia que me deixaste a falar sozinha. Trinta dias o sangue me ferveu. Esperando um regresso. E foi a partida. Dez dias o sangue me gelou. Procurei o mar. Mergulhei no mais profundo de ti, no imenso azul. Esperei pela maré de ir. Espero ainda. Não quero a maré de vir...
Um beijo, em azul
Não preferes um olhar doce?
Bj
E o mar ficará mais azul...
Ás vezes é preciso deixar falar e já não ouvir nada .Partir,partir em busca de outro mar, de outra prisão.
Belo texto poético
Beijo
Serão as partidas e os regressos azuis?
O sangue ferve... a agua salgada acalma e o azul é o céu, o teu limite...
Beijos
Seria uma sereia? Uma ninfa do mar?
Ah, sorte daquele que a tiver presa nos braços... Poderá dizer que abraçou o mar!
Beijos e borboleteios!
Mar azul!
O céu em azul!
Beijoca
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